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Ferramentas para organizar imagens

July 30th, 2009 No comments

prophototoolsfeatureTempo atrás comecei a usar o Google Picasa para organizar as minhas fotos. O programa funcionava razoavelmente bem e não tinha motivos de queixa, até querer adicionar etiquetas às fotografias.

O Picasa só estava preparado para etiquetas em inglês, sem caracteres acentuados ou outros caracteres “estranhos” (para os anglosaxões, claro). Entretanto apareceu o Microsoft Windows Live Photo Gallery, uma autêntica maravilha que rivaliza perfeitamente com o Google Picasa, e comecei a criar etiquetas para todas as fotos.

Pelos vistos a última versão do Picasa já permite caracters acentuados, mas chegou tarde. Estou comfortável com o WLPG e não mudo tão cedo.

A única característica que faltava no WLPG era o “geotagging”, a inclusão de informação de localização nas fotografias. Curiosamente a Microsoft não tem feito muita publicidade, mas encontra-se disponível uma ferramenta que faz precisamente isso (e muito mais) em http://www.microsoft.com/prophoto/downloads/tools.aspx.

Trata-se do Microsoft Pro Photo Tools 2, que permite consulta e edição avançada de todo tipo de etiquetas, e até permite converter coordenadas GPSs em endereços e vice-versa.

Bom download!

Nova ferramenta da Google: Waves

May 28th, 2009 No comments

A Google vai lançar uma nova ferramenta: Waves.google_wave_logo

Esta ferramenta pretende fusionar o chat com o email e com a partilha de fotos e edição colaborativa de texto, e mais coisas de que se possam lembrar! Pretende combinar funcionalidade de Twitter e Facebook.

No seguinte endereço http://sites.google.com/a/pressatgoogle.com/googlewave/ consegue-se ter mais informação.

Esta ferramenta será “open source” e funcionará sobre um protocolo P2P (peer-to-peer). O protocolo está desenvolvido e disponível em http://www.waveprotocol.org/.

Google_Wave_snapshots_inbox

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Windows Live Essentials

January 11th, 2009 No comments

windowsliveCostumo usar diferentes identidades no Messenger para manter as actividades separadas: uso pessoal vs. uso profissional. Com a versão actualmente instalada do Windows Live Messenger (versão 8.5) é necessário sair e voltar a entrar para mudar a identidade. Existem diferentes programas, patches e addons a circular por aí, mas é necessário usar uma versão particular do Messenger (que pode não coincidir com a versão mais recente) ou podem introduzir publicidade (ainda mais) ou aumentar os riscos de ataques. O Messenger é um vector de ataque muito popular e é preciso ter cuidado.messenger

Após umas pesquisas (no Google) reparei que existia um Windows Live Essentials (em Beta) em http://download.live.com/, que introduzia a versão 9.0 e que já permitia múltiplas instâncias do Messenger. Yes!
Já transferi e instalei em http://download.live.com/messenger, e consigo finalmente ter várias instâncias do Messenger a correr simultaneamente no meu computador com identidades diferentes.

Como bónus adicional, foi transferido o Windows Live Photo Gallery. Normalmente uso o Picasa 3 (http://picasa.google.com/) para organizar e “ajeitar” as minhas fotos. Ultimamente comecei a adicionar Etiquetas (Tags)  às minhas fotos para melhor organizar a colecção e poder localizá-las rapidamente (para além do Geotag com o Google Earth).

No entanto, o Picasa não me permite grandes usos destes Tags (teoricamente posso procurar por Tags ou ver colecções de fotografias com o mesmo Tag, mas na prática não consegui que funcionasse…). O Windows Live Photo Gallery é o oposto: entrou tarde no jogo mas mostra-me todos os Tags (afortunadamente os Tags criados como Picasa são guardados junto com o ficheiro pelo sistema de ficheiros, e portanto estão disponíveis fora do Picasa), permite-me fazer filtragens rápidas e ainda adicionou a possibilidade de identificar as pessoas numa fotografia. O programa localiza faces na fotografia de forma automática. Se este método falhar, ainda é possível fazer essa identificação de forma manual. Em qualquer caso é possível adicionar Tags para associar essas faces a nomes de pessoa. Espectacular.

Ainda, é possível arranjar mais utilidades como um editor de panoramas (juntar diversas fotografias para criar uma única imagem composta) em http://research.microsoft.com/en-us/um/redmond/groups/ivm/ICE/.

Em resumo, apesar de só ter dedicado umas horas à nova iteração do Windows Live, recomendo a nova versão e fiquei positivamente surpreendido. Até que enfim há alguma concorrência.

Nota (14-Jan): aparentemente o Messenger não suporta múltiplas instâncias por defeito. É preciso usar o programa regedit para ir à chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows Live\Messenger e criar lá uma nova chave chamada MultipleInstance do tipo DWORD com o valor 1.

Partilhar documentos via Web

December 7th, 2008 No comments

Recentemente tive a necessidade de partilhar documentos com outros através da Internet. Lembrei-me de dois seriços: Google Docs e Office Live.

Google Docs foi o precursor desta tendência. Permite carregar documentos MS Office (compatíveis até a versão 2003?) ou OpenOffice. Para além disso é possível criar e trabalhar os documentos directamente via a interface Web.

Nem tudo podia ser bom, e as imagens e gráficos criados nos documentos MS Office não são importados. Por outro lado, os gráficos que poderemos criar via Web, não são transferidos quando descarregarmos os documentos para o nosso computador em formato  MS Office.

O Office Live, da Microsoft, deveria ultrapassar todos esses problemas, afinal são documentos da própria Microsoft, certo? Bom, sim e não.

Na realidade o Office Live permite o arquivo dos documentos, mas não permite a sua edição com uma interface Web. Os documentos podem ser visualizados, mas essa visualização não é uma cópia fiel com toda a formatação do documento, o que parece estranho quando tudo fica em família … Para os editar, os documentos são descarregados para o computador e editados usando a cópia local do MS Office, sendo as alterações sincronizadas remotamente.

No lado positivo, ao menos as imagens e gráficos são preservados.

Como conclusão, temos que os dois serviços permitem carregar e descarregar documentos e partilhá-los com outros utilizadores, embora esses utilizadores têm que ser membros do mesmo serviço que estamos a usar. Se só vamos usar documentos MS Office, faz sentido usar o Office Live. Se precisamos de suportar mais formatos e queremos a conveniência de criar documentos online, podemos usar o Google Docs (mas sacrificando as vantagens do MS Office).

É de lamentar que uma pessoa seja obrigada a escolher entre os dois serviços (a Microsoft poderia fazer um esforço e ser compatível com mais formatos e permitir a edição via Web, enquanto a Google poderia ter melhorado a sua compatibilidade com os documentos MS Office).

Por outro lado, os serviços são grátis, e só precisamos de ter uma conta Live ou Gmail e subscrever o respectivo serviço de documentos.

Eu provavelmente acabarei por usar o Office Live, pois preciso de garantir que gráficos e imagens são preservados nos documentos MS Office e, ainda, os utilizadores com quem irei partilhar documentos são na sua maioria utilizadores do Messenger.

OpenId

November 8th, 2008 No comments

Quem anda na Net passa regularmente pela experiência de encontrar um sítio que fornece alguma coisa que nós queremos (artigos completos, serviço de correio electrónico, descarregar certos programas), mas que requer o nosso registo e identificação.

O aumento de sítios e a nossa vontade de querer estar em todos eles aumenta o número de registos e contas e palavras-chave que devemos criar, repetir e lembrar. Depressa acabamos com um monte de identidades que controlar. Muita informação duplicada e muito tempo perdido.

E como solucionamos o problema? Ou guardamos todas essas identidades em listas no nosso computador (quê acontece quando estamos fora de casa e não temos o nosso computador connosco? Não nos lembramos de como aceder a alguma das nossas contas …) ou bem usamos o mesmo utilizador e palavra-chave em todos os sítios. Deveria ficar claro que esta última opção, embora legítima, simples e funcional, tem grandes riscos de segurança. Imaginem que usamos o mesmo utilizador e palavra-chave para o nosso serviço de correio ou de homebanking num sítio controlado por gente … digamos … menos de fiar. Alguém com poucos escrúpulos pode usar essa identidade para tentar aceder aos sítios mais populares e tomar controlo de todos os nossos dados e comunicações.

Existe uma “nova” solução: OpenId. Esta é uma iniciativa que pretende fornecer as bases para um sistema de identificação descentralizado (não é obrigatória uma base de dados central) e que permita o uso de essa identidade em qualquer sítio que requeira autenticação.

O sítio da OpenId é http://openid.net/ (na Europa: http://www.openideurope.eu/ ), e a descrição: “OpenId é uma maneira gratuita e simples de usar uma única identidade digital na Internet”. O processo para usar este novo método passa por escolher um fornecedor de OpenId onde registar todos os nossos dados, ir a qualquer um dos sítios que suportem o OpenId e indicar o endereço com a nossa identidade (durante este processo teremos que nos autenticar no nosso fornecedor de OpenId, mas só temos que nos lembrar de uma conta e não de muitas, que é o problema que se tenta resolver).

O seguinte endereço http://openid.net/get/ mostra uma lista de fornecedores actuais, onde nos podemos registar para obter um OpenId. Deste lado do Atlântico provavelmente o que mais confiança inspire seja Yahoo ou Blogger. Mas a Microsoft há de entrar no jogo com o seu Windows Live ID, levando o projecto a ganhar massa crítica para o seu sucesso. Ainda, em Portugal o Sapo tem um serviço experimental em http://openid.sapo.pt/ para o seu uso livre. Para saber se o serviço é suportado, procure pelo logo algures na caixa de login:

Pelo seu lado, a Google resolveu fazer o papel da Microsoft (é esta uma mudança de atitude para o futuro?) e deu as boas-vindas ao projecto para logo a seguir alterar as regras do jogo e introduzir incompatibilidades no esquema adoptado. Desta forma, em lugar de usar um endereço (URL) pretender usar o email. Para tal usa o peso da quantidade de utilizadores que tem e a popularidade dos seus serviços, pretendendo forçar a fundação OpenId a mudar as suas especificações. O sítio Facebook fez uma jogada similar, mas não é tão popular por este lado.

Quem quiser pode implementar um fornecedor próprio de OpenId. Esta opção faz sentido para quem não quiser confiar em terceiros para ter todos os seus dados ou para quem se sentir um bocado “geek”. Também faz especial sentido para empresas, que tenham vários serviços pouco integrados entre eles. Nessas situações os colaboradores são forçados a usar diversas contas para diferentes serviços. Um fornecedor OpenId interno faz todo o sentido para criar um único ponto de identificação.

Um servidor OpenId é phpMyID (http://siege.org/projects/phpMyID/), que suporta um servidor único e privado para quem não quer complicações.

Mas há muitos mais no seguinte endereço: http://wiki.openid.net/Run_your_own_identity_server.

Não se perde nada por experimentar, e se está a fornecer serviços, talvez seja o momento para implementar uma funcionalidade que os utilizadores hão de agradecer.

Google Chrome (Beta, of course)

September 2nd, 2008 No comments

A Google atirou um novo browser  ao galinheiro. Vamos ver como funciona.

Estou a escrever este post já no Google Chrome. No arranque importou todos os dados do Mozilla, o que foi muito conveniente (inclusive as passwords).

Primeiras impressões? Funciona e é simples. Talvez a principal característica seja que não há muitas opções.

De acordo com o site, está baseado num renderer WebKit (usado já por outros pela sua velocidade), numa nova máquina virtual para javascript chamada V8, que é mais rápida e potente que as actuais implementações, e onde cada página tem um processo associado, em lugar de diversos Threads dentro de um único programa. Vantagens? Se um processo correr mal, não afecta os outros. Outra vantagem é que a memória é recuperada à medida que fechamos janelas.

Será interessante ver quê vai acontecer no futuro com o Mozilla, porque a Google é o principal investidor, e sem dinheiro não há projecto. Será que decidirão manter o financiamento (nem que seja por manter as aparências)?

Só me falta o plugin AdBlock Plus do Mozilla …

E agora que penso nisso, será que é esse o motivo (ou pelo menos um deles) para criar um navegador próprio? A Google faz dinheiro a fazer publicidade, e estava a financiar um navegador com um plugin muito popular que precisamente permite bloquear publicidade.
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